Crítica: Um verdadeiro espetáculo, La La Land excede expectativas e revitaliza o gênero musical. Confira!

10. janeiro 2017 17:15 | Texto por Joao Felipe Marques

Essa crítica vai ser uma daquelas, repleta de elementos pessoais deste redator que sempre procura analisar o filme friamente, de maneira racional, mas a verdade é que as vezes não tem jeito. La La Land não é somente um musical, é uma enorme homenagem à arte em si. Com números musicais marcantes e personagens carismáticos, é sempre um enorme prazer assistir a um filme como este.

Musicais despertam uma parte especial em mim. Ainda novo, lá pelos meus doze anos de idade, fui apresentado ao clássico A Noviça Rebelde (The Sound of Music) e não teve mais volta. Existe algo mágico em acompanhar um filme que valoriza sua música. Algo que te prende, te marca, e faz com que aquela sensação fique para sempre congelada em forma de uma melodia. O novo filme de Damian Chazelle (Whiplash) sabe bem disso.

O filme conta a história de dois jovens sonhadores, tão familiares para todos nós. Mia (Emma Stone) é uma jovem atriz que tenta persistir em sua jornada ao estrelato de Hollywood, enquanto Sebastian (Ryan Gosling) é um pianista de jazz nostálgico e apaixonado por sua arte. Ambos querem realizar seus sonhos mais do que tudo na vida…

Em meio a MUITA música, os protagonistas passam pelos prazeres e agonias que Hollywood tem a oferecer a todos os sonhadores que por ali se aventuram. Diversas homenagens ao mundo do cinema podem ser encontradas em meio a uma ambientação surrealista, bem conhecida do gênero musical, e habilmente construída com a ajuda de uma fotografia deslumbrante.  

Emma Stone e Ryan Gosling saíram vitoriosos do Globo de Ouro por suas atuações em La La Land. Sem entrar no mérito da comparação com os outros indicados, posso dizer que ambos entregam performances dignas de seu louvor, com cenas icônicas para ambos. Isso sem falar dos diversos números de dança lindamente executados, que nos fazem lembrar dos grades clássicos como Dançando na Chuva.

Enquanto vários filmes atuais escolhem deixar o desenvolvimento de seus personagens e de suas tramas de lado, La La Land é a prova de que um bom roteiro faz toda a diferença na hora de fazer o público se importar. A história é engajante e o tom do filme é muito bem equilibrado, o que contribui para que o público geral não o considere tão cansativo quanto de costume.

É um filme especial, Como diz a protagonista em uma de suas belas canções: “Este é para os tolos que sonham, sem se importar com suas tolices…”. Se você se encaixa neste grupo de tolos sonhadores, gaste um tempo para assistir La La Land. Aproveite o otimismo que o filme traz e fique, você também, marcado por estas belíssimas músicas. 

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